Uma servidora pública foi encontrada morta na manhã desta quinta-feira (12) em Maçambará, na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul. O principal suspeito do crime é o companheiro da vítima, com quem ela residia. Identificada como Cláudia Rosane Casseres da Cunha, de 53 anos, a mulher era funcionária da prefeitura local. Colegas de trabalho estranharam a ausência dela no expediente e decidiram ir até a residência, onde lamentavelmente a encontraram sem vida.
Ao chegar na casa, os colegas de Cláudia se depararam com a porta encostada e a mulher sem vida, apresentando um ferimento na testa e hematomas visíveis pelo corpo. A polícia foi acionada e isolou a área para perícia, enquanto investiga as circunstâncias do crime. Segundo informações, o homicídio teria ocorrido durante a madrugada do mesmo dia, levantando suspeitas sobre o companheiro da vítima.
O homem, cuja identidade não foi revelada, foi preso em flagrante no início da tarde em São Borja, após se esconder em um hotel da região. Testemunhas relataram às autoridades que o casal tinha frequentes desentendimentos, porém não há registro de boletim de ocorrência feito pela vítima, tampouco solicitação de medida protetiva. A prefeitura emitiu nota oficial lamentando profundamente a morte de Cláudia e se solidarizando com seus familiares, amigos e colegas de trabalho.
A Secretaria de Saúde, em conjunto com a ESF da Sede, expressou seu pesar pela perda da servidora e manifestou solidariedade neste momento de dor. O ocorrido levanta mais uma vez a questão da violência contra a mulher e da importância de buscar ajuda em situações de abuso. O caso segue em investigação pela Polícia Civil, a fim de esclarecer os fatos e responsabilizar o autor do crime.
A violência doméstica é uma realidade presente em muitas famílias e causa inúmeros danos às vítimas, muitas vezes resultando em tragédias como a morte de Cláudia. É fundamental promover a conscientização e o apoio às mulheres que vivenciam qualquer tipo de agressão, orientando sobre os canais de denúncia e as medidas de proteção disponíveis. A morte da servidora pública chamou a atenção para a gravidade desse problema e a necessidade de combatê-lo de forma efetiva.




