Shonda Rhimes deixa a ABC e assina com a Netflix

Shonda Rhimes, uma das produtoras mais populares de seriados nos Estados Unidos, assinou neste fim de semana contrato com a rede de streaming Netflix. Rhimes deixou para trás a ABC, emissora em que elevou sua carreira ao ocupar horários nobres com series escritas originalmente por ela como Grey’s Anatomy, Scandal e How to Get Away with Murder.

O chefe de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, não poupou elogios a nova contratada da rede: “Shonda Rhimes é uma das grandes roteiristas da história da televisão. Seu trabalho é cativante, inventivo, rompedor de taboos e de partir o coração. Tive o prazer que conhecer Shonda é ela é uma verdadeira ‘Netflixer’ em seu coração. Ela ama TV e filmes, se envolve apaixonadamente com seu trabalho e entrega resultado para sua audiência. Estamos muito empolgados em recebê-la na Netflix”, destacou em comunicado oficial.

Segundo informações de sites americanos, a mudança não produz qualquer alteração na programação da ABC, que já havia anunciado que este ano seria a última temporada de Scandal. O canal também continua desenvolvendo com Shonda o drama For the People e um spin-off para Grey’s Anatomy.

Em nota a ABC fez questão de tranquilizar os fãs e informar que as noites de quinta, que traz na grade as produções de Shonda, continuam intactas no canal.

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Taxa de desemprego entre mulheres foi 45,3% maior que entre homens

A taxa de desemprego entre as mulheres ficou em 7,7% no terceiro trimestre deste ano, acima da média (6,4%) e do índice observado entre os homens (5,3%). Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o IBGE, o índice de desemprego das mulheres foi 45,3% maior que o dos homens no terceiro trimestre do ano. O instituto destaca que a diferença já foi bem maior, chegando a 69,4% no primeiro trimestre de 2012. No início da pandemia (segundo trimestre de 2020), a diferença atingiu o menor patamar (27%).

No segundo trimestre deste ano, as taxas eram de 8,6% para as mulheres, 5,6% para os homens e 6,9% para a média. O rendimento dos homens (R$ 3.459) foi 28,3% superior ao das mulheres (R$ 2.697) no terceiro trimestre deste ano.

A taxa de desemprego entre pretos e pardos superou a dos brancos, de acordo com a pesquisa. A taxa para a população preta ficou em 7,6% e para a parda, 7,3%. Entre os brancos, o desemprego ficou em apenas 5%.

Na comparação com o trimestre anterior, houve queda nas três cores/raças, já que naquele período, as taxas eram de 8,5% para os pretos, 7,8% para os pardos e 5,5% para os brancos.

A taxa de desocupação para as pessoas com ensino médio incompleto (10,8%) foi maior do que as dos demais níveis de instrução analisados. Para as pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi de 7,2%, mais do que o dobro da verificada para o nível superior completo (3,2%).

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