Suspeitos de aplicar golpe milionário são presos em operação policial

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Na madrugada desta quarta-feira, um motorista veio a óbito após atropelar um javali e colidir seu veículo carregado com cigarros na BR-267, em Nova Andradina. O acidente chocante chamou a atenção devido ao contrabando da carga vinda do Paraguai. O Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) realizou uma operação em Campo Grande, com o apoio da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, em busca de desvendar um esquema ainda não revelado.

Durante a ação do Gaeco, sete agentes estiveram presentes no Jornal Impacto, propriedade de Francisco Elivaldo, também conhecido como Eli Sousa, que é dono do Grupo Impacto Mais de Comunicação. A operação ainda não teve seus alvos e propósitos divulgados oficialmente. O advogado do Jornal Impacto informou que estão colaborando com as autoridades na investigação. Urandir Fernandes de Oliveira, conhecido por suas histórias fantasiosas, é o criador do grupo Dákila, tendo ligações com Eli Sousa, mas não se sabe se estão envolvidos nessa ação em específico.

Uma quadrilha especializada em fraudes eletrônicas foi desmantelada pela Operação Chargeback, realizada pela Delegacia de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros (Garras) em MS. O grupo criava empresas fictícias para adquirir plataformas de vendas, que eram utilizadas em golpes contra bancos digitais. Os criminosos realizavam vendas simuladas com cartões de terceiros e solicitavam a antecipação de valores, causando um prejuízo estimado em R$ 4 milhões. A presença de uma arma de fogo durante as prisões reforça a gravidade das atividades ilegais.

A quadrilha conseguia driblar os sistemas de segurança dos bancos digitais, cometendo crimes de fraude eletrônica, associação criminosa e lavagem de capitais. Os presos, adultos de 21 a 32 anos, enfrentam penas que vão de 8 a 21 anos de reclusão. A Operação Chargeback continua em investigação para identificar outros envolvidos e as fontes dos cartões e dados utilizados nos golpes. A ação contou com o apoio de diversas delegacias especializadas, reforçando a gravidade do caso e a eficácia das autoridades na repressão de atividades criminosas.

A redução de 13,77% nos casos de estelionato em Mato Grosso do Sul em 2024, em relação ao ano anterior, pode indicar uma eficácia crescente no combate a crimes financeiros no estado. A operação policial contra a quadrilha envolvida em fraudes eletrônicas demonstra o comprometimento das autoridades em proteger a população contra golpes e atividades ilegais. A apreensão milionária e as prisões efetuadas sinalizam um avanço na segurança digital e financeira do estado.

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