Suspeitos de tráfico são presos no setor Santa Helena, em Goiânia

Durante patrulhamento realizado na tarde de hoje, 16, no setor Santa Helena, em Goiânia, uma equipe da Choque avistou dois indivíduos em atitude suspeita e realizou a abordagem. Durante a busca pessoal, foram encontrados com os suspeitos algumas porções de maconha e ao serem questionados sobre a droga, eles admitiram ter guardado uma quantia em casa.

Na busca domiciliar, foi encontrado balança de precisão, insulfilm e 15 kg de uma substância esverdeada, aparentemente maconha. O suspeito informou aos policiais que teria mais algumas porções de entorpecentes em sua residência, no setor Morada do Sol.

No local indicado a equipe encontrou algumas porções Crack e dez comprimidos de ecstasy. Assim, os dois suspeitos e as drogas foram encaminhados à Central de Flagrantes de Goiânia para as medidas legais.

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Jovem é baleada por PRF na BR-040, no RJ, na véspera de Natal

Na véspera de Natal, Juliana Leite Rangel, uma jovem de 26 anos, foi baleada na cabeça durante uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR-040, em Caxias, na Baixada Fluminense. O incidente ocorreu quando ela se dirigia à casa de parentes em Itaipu, Niterói.

Segundo relatos de seu pai, que também estava no veículo, ele sinalizou para encostar, mas os agentes da PRF iniciaram os disparos e balearam Juliana na nuca.

“Falei para a minha filha: ‘Abaixa, abaixa’. Eu abaixei, meu filho deitou no fundo do carro, mas infelizmente o tiro pegou na minha filha. Eles já desceram do carro perguntando: ‘Porque você atirou no meu carro?’. Só que nem arma eu tenho, como é que eu atirei em você?”, disse Alexandre.

A vítima foi levada imediatamente ao Hospital Adão Pereira Nunes, sendo submetida a uma cirurgia. Segundo a Prefeitura de Duque de Caxias, seu estado de saúde é considerado gravíssimo. Além dela, o pai também foi baleado na mão esquerda, mas não teve fraturas e recebeu alta na mesma noite do crime.

Deyse Rangel, mãe da vítima, também estava no carro no momento do incidente junto com o outro filho. “A gente viu a polícia e até falou assim: ‘Vamos dar passagem para a polícia. A gente deu e eles não passaram. Pelo contrário, começaram a mandar tiro em cima da gente. Foi muito tiro, foi muito tiro”, afirmou Deyse.

A PRF não se pronunciou sobre o caso.

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