O animal, que é uma espécie protegida, foi descoberto por banhistas que acionaram imediatamente a equipe de resgate. Segundo os especialistas, a tartaruga apresentava sinais de estrangulamento devido à corda amarrada em seu pescoço, o que dificultou sua respiração e locomoção, levando ao seu óbito.
A Polícia Ambiental foi acionada para investigar o caso e identificar possíveis responsáveis pelo crime ambiental. A tartaruga-verde é uma espécie ameaçada de extinção e sua morte é uma grande perda para o ecossistema marinho. A ação criminosa que resultou na morte do animal chocou a comunidade local e ativistas ambientais, que pedem por justiça e punição aos envolvidos.
A corda encontrada no pescoço da tartaruga pode ter sido utilizada para prender redes de pesca ilegais, o que configura um crime ainda mais grave. A morte de animais marinhos por conta da pesca predatória e da poluição dos oceanos é uma realidade preocupante que exige um maior controle e fiscalização por parte das autoridades competentes.
Organizações não governamentais e voluntários se mobilizaram para conscientizar a população sobre a importância da preservação das espécies marinhas e da adoção de práticas sustentáveis. A falta de informação e educação ambiental são fatores que contribuem para a ocorrência de casos como o da tartaruga-verde encontrada morta na Praia do Plaza.
É fundamental que a sociedade como um todo se engaje na proteção do meio ambiente e na denúncia de crimes ambientais. A DE, como veículo de informação, tem o papel de amplificar essas denúncias e contribuir para a disseminação de conhecimento sobre a conservação da fauna e flora marinha. A morte trágica da tartaruga-verde em Itapema serve como alerta para a necessidade de mudanças urgentes em nossas atitudes em relação ao meio ambiente.




