Mulher é agredida com marteladas no rosto por ex-companheiro na frente das filhas, na Grande Fortaleza
A vítima, uma mulher de 36 anos identificada como Brenna Araújo de Brito, foi brutalmente agredida com marteladas no rosto pelo ex-companheiro em Pacajus, na Região Metropolitana de Fortaleza. O ataque aconteceu na presença das três filhas do casal, sendo que uma delas, de apenas dois anos, estava no colo da mãe no momento da agressão. As outras duas crianças presenciaram a violência e começaram a gritar desesperadamente, chamando a atenção de um cunhado do agressor.
A tentativa de feminicídio chocou a todos e mobilizou vizinhos, que socorreram a vítima e a levaram para um hospital em Pacajus. Devido à gravidade dos ferimentos, Brenna foi transferida para um hospital de referência em Fortaleza, onde está internada na UTI. O agressor, que está foragido, foi descrito como uma ameaça à mulher e às filhas, deixando a população local em alerta.
A Polícia Civil está investigando o caso para apurar todas as circunstâncias e responsabilizar o agressor por tentativa de feminicídio. A Polícia Militar também foi acionada e um inquérito policial foi registrado na Delegacia de Polícia Civil de Pacajus, que está empenhada em localizar e prender o suspeito. O crime, ocorrido em um ambiente familiar, expõe a vulnerabilidade de mulheres que sofrem violência doméstica e a importância de denunciar agressores.
O relato da irmã de Brenna revela a brutalidade do ataque e o impacto na família das vítimas. A presença das crianças na cena do crime destaca a crueldade do agressor e a necessidade de proteger as vítimas de violência doméstica. A sociedade precisa estar unida no combate à violência contra a mulher e na promoção de um ambiente seguro e acolhedor para todas. A denúncia e o apoio são essenciais para garantir a proteção e a justiça para as vítimas de agressão.
A tentativa de feminicídio na Grande Fortaleza reforça a importância de programas de prevenção à violência doméstica e de políticas de proteção às mulheres. É fundamental que casos como esse sejam repudiados e que a sociedade exija medidas eficazes para combater a violência de gênero. A luta por igualdade e respeito deve ser contínua e envolver a todos na construção de uma sociedade mais justa e segura para as mulheres.




