Os três sócios foram denunciados pelo Ministério Público por homicídio doloso
e lesão corporal dolosa. A promotoria alega que os proprietários da academia tinham
conhecimento da adulteração do cloro na piscina, o que resultou na morte de Juliana
Bassetto e na intoxicação de outras seis pessoas que estavam no local.
A decisão da Justiça em negar o pedido de prisão dos sócios da academia causou
revolta entre amigos e familiares da vítima. Eles alegam que os responsáveis pela
C4 GYM devem ser responsabilizados pela tragédia que resultou na morte da jovem de
27 anos. O advogado da família de Juliana afirmou que irá recorrer da decisão e
buscar por outras medidas legais para garantir que os acusados sejam punidos.
O caso da morte de Juliana Bassetto repercutiu nacionalmente, gerando uma onda de
preocupação em relação à segurança em academias e clubes esportivos. Muitas pessoas
passaram a questionar a fiscalização desses locais e a qualidade da água das piscinas.
A tragédia também trouxe à tona a importância de se exigir a devida manutenção e
controle de segurança em ambientes esportivos.
Diante da repercussão do caso, a Academia C4 GYM emitiu uma nota de pesar
lamentando a morte de Juliana e se comprometendo a cooperar com as autoridades nas
investigações. A empresa afirmou que está tomando as medidas necessárias para
esclarecer o ocorrido e evitar que situações como essa se repitam no futuro.
Enquanto isso, a família da vítima busca por respostas e por justiça. Eles esperam
que os responsáveis pela morte de Juliana sejam punidos de acordo com a lei e que
medidas mais rigorosas sejam implementadas para evitar tragédias semelhantes. A morte
da jovem gerou uma comoção nas redes sociais, com mensagens de solidariedade e pedidos
de justiça por parte de internautas e da comunidade local. É importante que casos como
esse sejam investigados minuciosamente para garantir a segurança e a integridade dos
usuários de academias e clubes esportivos em todo o país.




