Ao ser questionado sobre a possibilidade de dialogar com Nicolás Maduro mesmo considerando-o um líder terrorista, Trump afirmou que se a via diplomática puder salvar vidas e resolver conflitos de forma pacífica, ele não descarta essa opção. Contudo, reforçou que está preparado para agir de forma mais agressiva se necessário. A inclusão do Cartel de los Soles na lista de organizações terroristas pelos EUA foi uma medida que, segundo Trump, fornece respaldo legal para atacar alvos vinculados a Maduro dentro do território venezuelano, embora não haja planos imediatos nesse sentido.
Os EUA têm aumentado sua presença militar no Caribe desde setembro, enviando diversas embarcações e caças. Embora Washington afirme que o foco da operação é o combate ao narcotráfico, especula-se sobre uma possível intervenção militar para remover Maduro do poder. Autoridades americanas negam planos de captura ou assassinato do presidente venezuelano, mas confirmam a realização de operações clandestinas contra o narcotráfico. A Venezuela denuncia as ações dos EUA como uma tentativa de interferência em seus assuntos internos, rejeitando qualquer ligação com o Cartel de los Soles.
Diante das tensões crescentes, Trump reitera que todas as opções estão sobre a mesa, incluindo a ação militar, se necessário. As acusações mútuas entre EUA e Venezuela se intensificam, com ambos os lados mantendo posicionamentos firmes. A situação na região permanece tensa e incerta, com o futuro das relações entre os dois países ainda em aberto.



