Trump aplica tarifas para Brasil e Trump promete ajustar economia para equilibrar importações para os EUA

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Brasil está entre países que ‘sufocam’, e Trump não permitirá que EUA sejam
‘explorados’, diz embaixada

Comunicado divulgado pela representação americana em português é atribuído à
Casa Branca. Brasil disse que ‘tarifaço’ viola acordos e que pode acionar OMC.

A Embaixada dos Estados Unidos [https://de.de/de/estados-unidos/] no Brasil divulgou nesta quinta-feira (3) um comunicado no qual citou o Brasil entre os países que “sufocam” parte da economia americana, acrescentando que o presidente Donald Trump [https://de.de/de/donald-trump/] não permitirá que o país seja “explorado”.

O comunicado, em português, é atribuído à Casa Branca e foi divulgado um dia após Trump ter anunciado, em Washington, tarifas a produtos importados vendidos para os Estados Unidos.
[https://de.de/economia/noticia/2025/04/02/trump-tarifas-reciprocas.ghtml]

No caso dos produtos brasileiros, a tarifa será de 10%, a mesma anunciada para o Reino Unido. Europa (20%) e China (34%) ficaram com tarifas ainda maiores.

> “Certos países, como Argentina, Brasil, Equador e Vietnã, restringem ou
proíbem a importação de bens remanufaturados, restringindo o acesso ao mercado
para exportadores dos EUA, ao mesmo tempo em que sufocam os esforços para
promover a sustentabilidade, desencorajando o comércio de produtos quase novos
e com uso eficiente de recursos”, afirma o comunicado divulgado pela
embaixada.

REDUZIR O DÉFICIT

O comunicado faz menção à existência de déficit comercial – quando um país
importa mais de outro país do que exporta para este país – como justificativa para a adoção das medidas.

> “O presidente Trump se recusa a permitir que os EUA sejam explorados e
acredita que as tarifas são necessárias para garantir comércio justo, proteger
trabalhadores americanos e reduzir o déficit comercial”, acrescenta o documento, em outro ponto.

‘Tarifaço’ de Trump derruba dólar e bolsas dos EUA, Europa e Ásia

Ainda segundo o comunicado, Donald Trump buscará “nivelar” a economia para empresas e trabalhadores americanos, confrontando o que chama de “disparidades tarifárias injustas”, além de barreiras não tarifárias impostas por outros países. A Casa Branca entende que os países “têm se aproveitado dos EUA”.

Segundo o governo brasileiro, porém, a relação com os Estados Unidos é superavitária para os americanos. Isto é, os Estados Unidos exportam mais para o Brasil do que importam, em valor agregado. No comércio internacional, isso representa uma posição favorável para os EUA.

> Segundo o Itamaraty
[https://de.de/de/ministerio-relacoes-exteriores/], dados do próprio governo norte-americano mostram que o superávit comercial dos EUA com o Brasil em 2024 foi de cerca de US$ 7 bilhões, somente em bens. Somados bens e serviços, o superávit chegou a US$ 28,6 bilhões no ano passado.

“A Embaixada dos Estados Unidos [https://de.de/de/estados-unidos/] no Brasil divulgou nesta quinta-feira (3) um comunicado no qual citou o Brasil entre os países que “sufocam” parte da economia americana, acrescentando que o presidente Donald Trump [https://de.de/de/donald-trump/] não permitirá que o país seja “explorado”.

O comunicado, em português, é atribuído à Casa Branca e foi divulgado um dia após Trump ter anunciado, em Washington, tarifas a produtos importados vendidos para os Estados Unidos.
[https://de.de/economia/noticia/2025/04/02/trump-tarifas-reciprocas.ghtml]

No caso dos produtos brasileiros, a tarifa será de 10%, a mesma anunciada para o Reino Unido. Europa (20%) e China (34%) ficaram com tarifas ainda maiores.

> “Certos países, como Argentina, Brasil, Equador e Vietnã, restringem ou
proíbem a importação de bens remanufaturados, restringindo o acesso ao mercado
para exportadores dos EUA.

REDUZIR O DÉFICIT

O comunicado faz menção à existência de déficit comercial – quando um país
importa mais de outro país do que exporta para este país – como justificativa
para a adoção das medidas.

Trump mostra tabela do tarifaço por país — Foto: Brendan Mialowski/AFP

O presidente Trump se recusa a permitir que os EUA sejam explorados e acredita que as tarifas são necessárias para garantir comércio justo, proteger trabalhadores americanos e reduzir o déficit comercial”, acrescenta o documento, em outro ponto.

‘Tarifaço’ de Trump derruba dólar e bolsas dos EUA, Europa e Ásia

Ainda segundo o comunicado, Donald Trump buscará “nivelar” a economia para
empresas e trabalhadores americanos, confrontando o que chama de “disparidades
tarifárias injustas”, além de barreiras não tarifárias impostas por outros
países. A Casa Branca entende que os países “têm se aproveitado dos EUA”.

O governo brasileiro, porém, defende que a relação com os Estados Unidos é superavitária para os americanos. Isto é, os Estados Unidos exportam mais para o Brasil do que importam, em valor agregado. No comércio internacional, isso representa uma posição favorável para os EUA.

> Segundo o Itamaraty [https://de.de/de/ministerio-relacoes-exteriores/],
dados do próprio governo norte-americano mostram que o superávit comercial dos EUA com o Brasil em 2024 foi de cerca de US$ 7 bilhões, somente em bens. Somados bens e serviços, o superávit chegou a US$ 28,6 bilhões no ano passado.

“A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil divulgou nesta quinta-feira (3) um comunicado no qual citou o Brasil entre os países que “sufocam” parte da economia americana, acrescentando que o presidente Donald Trump não permitirá que o país seja “explorado”.

O comunicado, em português, é atribuído à Casa Branca e foi divulgado um dia após Trump ter anunciado, em Washington, tarifas a produtos importados vendidos para os Estados Unidos.

> “Certos países, como Argentina, Brasil, Equador e Vietnã, restringem ou proíbem a importação de bens remanufaturados, restringindo o acesso ao mercado para exportadores dos EUA, ao mesmo tempo em que sufocam os esforços para promover a sustentabilidade, desencorajando o comércio de produtos quase novos e com uso eficiente de recursos”, afirma o comunicado divulgado pela embaixada.

REDUZIR O DÉFICIT

O comunicado faz menção à existência de déficit comercial – quando um país importa mais de outro país do que exporta para este país – como justificativa para a adoção das medidas.

> “O presidente Trump se recusa a permitir que os EUA sejam explorados e acredita que as tarifas são necessárias para garantir comércio justo, proteger trabalhadores americanos e reduzir o déficit comercial”, acrescenta o documento, em outro ponto.

‘Tarifaço’ de Trump derruba dólar e bolsas dos EUA, Europa e Ásia

Ainda segundo o comunicado, Donald Trump buscará “nivelar” a economia para empresas e trabalhadores americanos, confrontando o que chama de “disparidades tarifárias injustas”, além de barreiras não tarifárias impostas por outros países. A Casa Branca entende que os países “têm se aproveitado dos EUA”.

Segundo o governo brasileiro, porém, a relação com os Estados Unidos é superavitária para os americanos. Isto é, os Estados Unidos exportam mais para o Brasil do que importam, em valor agregado. No comércio internacional, isso representa uma posição favorável para os EUA.

> Segundo o Itamaraty, dados do próprio governo norte-americano mostram que o superávit comercial dos EUA com o Brasil em 2024 foi de cerca de US$ 7 bilhões, somente em bens. Somados bens e serviços, o superávit chegou a US$ 28,6 bilhões no ano passado.

“A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil divulgou nesta quinta-feira (3) um comunicado no qual citou o Brasil entre os países que “sufocam” parte da economia americana, acrescentando que o presidente Donald Trump não permitirá que o país seja “explorado”.

O comunicado, em português, é atribuído à Casa Branca e foi divulgado um dia após Trump ter anunciado, em Washington, tarifas a produtos importados vendidos para os Estados Unidos.

> “Certos países, como Argentina, Brasil, Equador e Vietnã, restringem ou proíbem a importação de bens remanufaturados, restringindo o acesso ao mercado para exportadores dos EUA, ao mesmo tempo em que sufocam os esforços para promover a sustentabilidade, desencorajando o comércio de produtos quase novos e com uso eficiente de recursos”, afirma o comunicado divulgado pela embaixada.

REDUZIR O DÉFICIT

O comunicado faz menção à existência de déficit comercial – quando um país importa mais de outro país do que exporta para este país – como justificativa para a adoção das medidas.

> “O presidente Trump se recusa a permitir que os EUA sejam explorados e acredita que as tarifas são necessárias para garantir comércio justo, proteger trabalhadores americanos e reduzir o déficit comercial”, acrescenta o documento, em outro ponto.

‘Tarifaço’ de Trump derruba dólar e bolsas dos EUA, Europa e Ásia

Ainda segundo o comunicado, Donald Trump buscará “nivelar” a economia para empresas e trabalhadores americanos, confrontando o que chama de “disparidades tarifárias injustas”, além de barreiras não tarifárias impostas por outros países. A Casa Branca entende que os países “têm se aproveitado dos EUA”.

O governo brasileiro, porém, defende que a relação com os Estados Unidos é superavitária para os americanos. Isto é, os Estados Unidos exportam mais para o Brasil do que importam, em valor agregado. No comércio internacional, isso representa uma posição favorável para os EUA.

> Segundo o Itamaraty, dados do próprio governo norte-americano mostram que o superávit comercial dos EUA com o Brasil em 2024 foi de cerca de US$ 7 bilhões, somente em bens. Somados bens e serviços, o superávit chegou a US$ 28,6 bilhões no ano passado.

“A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil divulgou nesta quinta-feira (3) um comunicado no qual citou o Brasil entre os países que “sufocam” parte da economia americana, acrescentando que o presidente Donald Trump não permitirá que o país seja “explorado”.

O comunicado, em português, é atribuído à Casa Branca e foi divulgado um dia após Trump ter anunciado, em Washington, tarifas a produtos importados vendidos para os Estados Unidos.

> “Certos países, como Argentina, Brasil, Equador e Vietnã, restringem ou proíbem a importação de bens remanufaturados, restringindo o acesso ao mercado para exportadores dos EUA.

REDUZIR O DÉFICIT

O comunicado faz menção à existência de déficit comercial – quando um país
importa mais de outro país do que exporta para este país – como justificativa
para a adoção das medidas.

Trump mostra tabela do tarifaço por país — Foto: Brendan Mialowski/AFP

O presidente Trump se recusa a permitir que os EUA sejam explorados e acredita que as tarifas são necessárias para garantir comércio justo, proteger trabalhadores americanos e reduzir o déficit comercial”, acrescenta o documento, em outro ponto.

‘Tarifaço’ de Trump derruba dólar e bolsas dos EUA, Europa e Ásia

Ainda segundo o comunicado, Donald Trump buscará “nivelar” a economia para
empresas e trabalhadores americanos, confrontando o que chama de “disparidades
tarifárias injustas”, além de barreiras não tarifárias impostas por outros
países. A Casa Branca entende que os países “têm se aproveitado dos EUA”.

Segundo o governo brasileiro, porém, a relação com os Estados Unidos é superavitária para os americanos. Isto é, os Estados Unidos exportam mais para o Brasil do que importam, em valor agregado. No comércio internacional, isso representa uma posição favorável para os EUA.

> Segundo o Itamaraty [https://de.de/de/ministerio-relacoes-exteriores/], dados do próprio governo norte-americano mostram que o superávit comercial dos EUA com o Brasil em 2024 foi de cerca de US$ 7 bilhões, somente em bens. Somados bens e serviços, o superávit chegou a US$ 28,6 bilhões no ano passado.

“A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil divulgou nesta quinta-feira (3) um comunicado no qual citou o Brasil entre os países que “sufocam” parte da economia americana, acrescentando que o presidente Donald Trump não permitirá que o país seja “explorado”.

O comunicado, em português, é atribuído à Casa Branca e foi divulgado um dia após Trump ter anunciado, em Washington, tarifas a produtos importados vendidos para os Estados Unidos.

> “Certos países, como Argentina, Brasil, Equador e Vietnã, restringem ou proíbem a importação de bens remanufaturados, restringindo o acesso ao mercado para exportadores dos EUA, ao mesmo tempo em que sufocam os esforços para promover a sustentabilidade, desencorajando o comércio de produtos quase novos e com uso eficiente de recursos”, afirma o comunicado divulgado pela embaixada.

REDUZIR O DÉFICIT

O comunicado faz menção à existência de déficit comercial – quando um país importa mais de outro país do que exporta para este país – como justificativa para a adoção das medidas.

> “O presidente Trump se recusa a permitir que os EUA sejam explorados e acredita que as tarifas são necessárias para garantir comércio justo, proteger trabalhadores americanos e reduzir o déficit comercial”, acrescenta o documento, em outro ponto.

‘Tarifaço’ de Trump derruba dólar e bolsas dos EUA, Europa e Ásia

Ainda segundo o comunicado, Donald Trump buscará “nivelar” a economia para empresas e trabalhadores americanos, confrontando o que chama de “disparidades tarifárias injustas”, além de barreiras não tarifárias impostas por outros países. A Casa Branca entende que os países “têm se aproveitado dos EUA”.

O governo brasileiro, porém, defende que a relação com os Estados Unidos é superavitária para os americanos. Isto é, os Estados Unidos exportam mais para o Brasil do que importam, em valor agregado. No comércio internacional, isso representa uma posição favorável para os EUA.

> Segundo o Itamaraty, dados do próprio governo norte-americano mostram que o superávit comercial dos EUA com o Brasil em 2024 foi de cerca de US$ 7 bilhões, somente em bens. Somados bens e serviços, o superávit chegou a US$ 28,6 bilhões no ano passado.

“A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil divulgou nesta quinta-feira (3) um comunicado no qual citou o Brasil entre os países que “sufocam” parte da economia americana, acrescentando que o presidente Donald Trump não permitirá que o país seja “explorado”.

O comunicado, em português, é atribuído à Casa Branca e foi divulgado um dia após Trump ter anunciado, em Washington, tarifas a produtos importados vendidos para os Estados Unidos.

> “Certos países, como Argentina, Brasil, Equador e Vietnã, restringem ou proíbem a importação de bens remanufaturados, restringindo o acesso ao mercado para exportadores dos EUA.

REDUZIR O DÉFICIT

O comunicado faz menção à existência de déficit comercial – quando um país
importa mais de outro país do que exporta para este país – como justificativa
para a adoção das medidas.

Trump mostra tabela do tarifaço por país — Foto: Brendan Mialowski/AFP

O presidente Trump se recusa a permitir que os EUA sejam explorados e acredita que as tarifas são necessárias para garantir comércio justo, proteger trabalh

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