Turista morre após afogamento na Praia do Meio, em Fernando de Noronha
A médica Glenda Moraes da Silva, de 29 anos, morreu nesta segunda-feira (16), uma semana após se afogar em Fernando de Noronha, no dia 9 de março. A informação foi confirmada pelo DE. Ela estava internada em um hospital particular no Recife. O marido dela, Lucas Henrique Abrunhosa Nozoe, também morreu no mesmo acidente.
O casal era de São Paulo. Os dois tomavam banho de mar na Praia do Meio quando se afogaram. Eles foram socorridos e levados para o Hospital São Lucas, em Noronha. No local, os médicos confirmaram a morte de Lucas.
Glenda foi transferida para o Recife em estado grave, na terça-feira. Ela deu entrada no Hospital da Restauração (HR) e, depois, foi levada para um hospital particular, onde morreu nesta segunda-feira (16).
Segundo apuração do DE, o casal viajou para Fernando de Noronha para participar do aniversário de um amigo, que também é médico. Eles chegaram à ilha no mesmo dia em que ocorreu o afogamento.
Praia do Meio não tem salva-vidas, sinalização nem boia
A Praia do Meio, onde aconteceu o afogamento, não tem salva-vidas permanentes, nem placas de alerta ou boias de apoio. A falta de estrutura de segurança gerou críticas de moradores da ilha nas redes sociais. A praia fica na área urbana e integra a Área de Proteção Ambiental (APA) de Fernando de Noronha. A gestão do local é de responsabilidade do governo de Pernambuco.
Reações iniciais
A morte da médica Glenda Moraes da Silva e de seu marido chocou os amigos e familiares, que lamentaram a tragédia. Nas redes sociais, diversas mensagens de solidariedade foram compartilhadas, em memória do casal. Muitos cobraram melhores condições de segurança nas praias, como a presença de salva-vidas e maior sinalização.
Consequências específicas
Após o trágico acidente na Praia do Meio, em Fernando de Noronha, autoridades locais prometeram reforçar as medidas de segurança nas praias da ilha. Está prevista a contratação de salva-vidas temporários para garantir a proteção dos banhistas. Além disso, um plano de sinalização mais eficiente e a instalação de boias de apoio estão em discussão para evitar novas ocorrências como essa.



