Após a decisão da Polícia Federal de suspender as gravações da oitava temporada da série Aeroporto: Área Restrita, a Unafisco (Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil) se manifestou sobre o ocorrido. O presidente da entidade, Kleber Cabral, classificou a medida como resultado de um “ciúme institucional”, atribuindo a decisão ao destaque dado ao trabalho da Receita Federal no programa.
Segundo Cabral, a atitude da Polícia Federal é considerada ridícula e infantil, demonstrando um sentimento de ciúmes em relação à exposição positiva da Receita Federal. Para o presidente da Unafisco, a proibição das filmagens da série Aeroporto: Área Restrita, que é gravada há quase dez anos em diferentes países, sem restrições anteriores, levanta questões sobre a mudança repentina de postura do órgão.
Ao questionar se a Polícia Federal estava sendo leniente anteriormente ou se está cometendo abuso de autoridade agora, Cabral destaca a importância de esclarecer a situação. Ele ressalta a necessidade de compreender se houve uma interpretação equivocada das normas antes ou se há uma ação arbitrária por parte da corporação, reforçando a necessidade de resposta por parte das autoridades.
As gravações da oitava temporada de Aeroporto: Área Restrita foram suspensas em diversos terminais após a decisão da Polícia Federal, que alegou cumprir normas constitucionais, legais e regulamentares relacionadas à segurança da aviação civil no Brasil. A Moonshot, produtora responsável pela série, afirmou que a PF havia autorizado as gravações em alguns aeroportos, mas posteriormente revogou as permissões, causando o impasse atual.
Diante dessa situação, a reportagem procurou a Polícia Federal para comentar sobre o ocorrido, porém não obteve retorno até o momento da publicação deste conteúdo. O caso das gravações suspensas de Aeroporto: Área Restrita continua gerando repercussão e levantando questionamentos sobre as razões por trás da decisão da PF, que impacta a produção da série e a equipe envolvida no projeto.



