Ao comparar os governos de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o secretário nacional de Comunicação do PT, Éden Valadares, destacou que o veto aos supersalários simboliza a distinção entre os projetos políticos em disputa no Brasil. Para Valadares, Lula se difere ao barrar pagamentos acima do teto, em contraste com gestões que teriam acirrado desigualdades.
O dirigente petista enfatizou que a decisão de Lula representa um combate direto aos privilégios no serviço público, demonstrando compromisso com a justiça social. Segundo ele, o país não deve privilegiar uma minoria, mas sim buscar maior justiça e igualdade. O secretário ainda relacionou o veto a outras pautas do atual governo, evidenciando um projeto político voltado para a maioria da população.
Valadares defendeu a continuidade do que chamou de ‘Governo Lula 3.0’ e criticou o cenário ‘catastrófico’ deixado por Bolsonaro. Ele ressaltou a importância de reconstruir o país após essa situação. O veto de Lula ocorreu durante a sanção de leis que reajustam salários e gratificações de servidores da Câmara, Senado e do TCU, contendo cortes nos ‘penduricalhos’ que possibilitariam salários além do teto constitucional de R$ 46,3 mil.
Éden Valadares – Secretário do PT
Ao projetar a disputa eleitoral, o secretário do PT reforçou o compromisso do partido em resistir aos privilégios e em buscar uma sociedade mais justa. A estratégia defendida é a de seguir um caminho oposto ao do governo atual, buscando uma reconstrução após as políticas implementadas por Bolsonaro. O veto aos supersalários é enxergado como um primeiro passo nesse sentido.
Por fim, o PT destaca a importância de manter os princípios de igualdade e justiça social como norte da gestão, visando a construção de um país mais equitativo e inclusivo. Ações concretas, como o veto aos supersalários, reforçam o compromisso do partido com a população e com medidas que priorizem o bem-estar coletivo em detrimento de privilegiar poucos.




