Vídeo: Entregador é agredido e xingado em condomínio de luxo, em Goiânia

Vídeo: Entregador é agredido e xingado em condomínio de luxo, em Goiânia

O entregador Davi dos Santos, de 26 anos, contou que sofreu agressão física e verbal de um cliente que não havia informado o número do apartamento na hora que fez o pedido, em Goiânia. Segundo ele, a agressão aconteceu em um condomínio de luxo na manhã deste sexta-feira, 24.

Ao chegar ao prédio, localizado no Setor Bueno, ele tentou falar com o cliente para entregar o pedido. Entretanto, depois de 15 minutos de espera, o próprio aplicativo de entrega cancelou a encomenda. Na sequência, o cliente desceu até a portaria para tentar pegá-lo. Davi se negou a entregar o lanche e ao tentar “montar” na bicicleta para ir embora, acabou sendo empurrado e xingado pelo cliente furioso.

“Cheguei para fazer a entrega, mas o cliente não colocou o número do apartamento. Mandei mensagem, mas ele não respondeu. Depois de 10 minutos, o aplicativo de entrega começa a falar com a gente. Eles pediram para esperar mais 5 minutos e esperei. Porém, depois de passado os 15 minutos, o aplicativo cancelou o pedido e pediu para devolver a encomenda no estabelecimento”, explicou Davi

O entregador reforçou que, nesse momento, o cliente chegou querendo pegar o pedido, e, quando disse que não poderia entregar porque havia sido cancelado, houve o empurrão e os xingamentos.

Davi diz que registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil (PC), sendo essa, a primeira vez que foi agredido enquanto trabalhava. A categoria, inclusive, planeja fazer uma manifestação na Avenida T-4, a partir das 18h, a fim de evitar novas agressões e cobrar justiça pelo companheiro vítima de violência.

 

Receba as notícias do Diário do Estado no Telegram do Diário do Estado e no canal do Diário do Estado no WhatsApp

Torcedores jogam cabeça de porco em jogo de Corinthians x Palmeiras

Durante a vitória do Corinthians por 2 a 0 sobre o Palmeiras na Neo Química Arena, em São Paulo, um incidente chocante marcou o jogo. Torcedores do Corinthians lançaram uma cabeça de porco no campo, gerando grande controvérsia e indignação.

Segundo testemunhas, o incidente ocorreu começou antes do início do jogo, quando a cabeça de porco foi arremessada por um homem em uma sacola por cima das grandes do setor sul.

A Polícia Civil solicitou ao Corinthians o acesso às imagens da câmera de segurança para identificar todos os responsáveis pelo ato. Dois torcedores foram levados ao Juizado Especial Criminal (Jecrim) e, após depoimentos, foi proposto uma transação penal no valor de R$ 4 mil ao Ministério Público, mas eles não aceitaram e negaram ter participado do ato.

Um dos suspeitos da provocação foi identificado como Rafael Modilhane, que teria comprado e arquitetado o ataque ao time rival. Um vídeo compartilhado nas redes sociais mostra que o torcedor comprou o item em um açougue e mencionou o plano para jogar a cabeça no gramado.

“Sabe aquela cabeça de porco que postei mais cedo? Vocês vão ver o que vai acontecer com ela. A gente é louco mesmo. Se for para mexer com o psicológico de vocês [jogadores], nós vamos mexer.”, afirmou Modilhane.

Confira o vídeo:

Pelo artigo 201 da nova Lei Geral do Esporte, os torcedores envolvidos podem responder por “promover tumulto, praticar, incitar a violência e invadir local restrito aos competidores, com possível penas de até seis meses de prisão ou multa”. Cabe agora a decisão do Ministério Público se a denúncia será realizada ou voltará ao Drade para novas investigações.

Receba as notícias do Diário do Estado no Telegram do Diário do Estado e no canal do Diário do Estado no WhatsApp

Isso vai fechar em 0 segundos