Os mandatos foram cumpridos na sede da Prefeitura de Edeia e nas casas dos funcionários públicos. As investigações apontam que os gerentes públicos teriam participado de esquema criminosos, que acontece desde 2013, e perdurou até 2020. O esquema consiste em forjar licitações para execução de obras públicas.
De acordo com a apuração, os servidores teriam registrado empresas fantasmas em nome de serventes de pedreiro, pedreiros e mestres de obras, para simular que eles concorriam a processo de licitação.
O valor da licitação era entregue para o gestor da pasta que pagava aos operários apenas os valores de suas diárias. A diferença entre o valor das diárias e o pagamento feito pela Prefeitura paras as empresa totaliza mais de R$ 2.615.000,00, motivando o deferimento para bloqueio deste valor das contas e bens dos investigados.
A operação resultou na lavratura de um Auto de Prisão em Flagrante Delito (APF) pelo crime de posse ilegal de arma de fogo e na apreensão de quase R$ 30 mil em espécie.
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