De quatro em quatro anos, a pauta da violência contra a mulher ganha destaque nas campanhas presidenciais. Com as mulheres representando a maioria do eleitorado no Brasil, os candidatos têm incluído esse tema em suas estratégias. Tanto o presidente Lula quanto o senador Flávio Bolsonaro têm abordado a questão do feminicídio em seus discursos políticos, diante do aumento alarmante dos casos no país. Lula, em sua tentativa de reeleição, intensifica o tom no combate à violência, enquanto Flávio busca conquistar votos ao defender de forma enfática a proteção das mulheres.
Flávio Bolsonaro, em seu discurso durante uma manifestação recente, destacou o crescimento dos índices de feminicídio e defendeu a importância de proteger as mulheres. Já Lula tem aumentado sua presença ao lado da primeira-dama Janja da Silva em eventos públicos, reforçando a responsabilização dos agressores e promovendo ações para puni-los financeiramente. Ambos os presidenciáveis têm adotado estratégias para enfrentar a violência de gênero, com Flávio buscando inspiração no legado do pai e Lula reforçando a importância do papel dos homens nesse combate.
O Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio, assinado por Lula em fevereiro, visa coordenar esforços entre os Três Poderes para prevenir a violência contra as mulheres no país. O presidente enfatiza a necessidade de punições efetivas e mudanças de comportamento na sociedade para combater o feminicídio. Flávio, por sua vez, busca herdar capital político do pai ao promover uma defesa intransigente das mulheres. Ambos os candidatos demonstram comprometimento com o enfrentamento da violência de gênero em suas estratégias eleitorais.




