Wagner Moura chama Bolsonaro de ‘Trump Brasileiro’ em programa dos EUA: ‘Está na prisão’

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Wagner Moura deu o que falar em sua participação no talk show Jimmy Kimmel Live! na última quarta-feira (4). O baiano, que concorre à estatueta de Melhor Ator por sua atuação em ‘O Agente Secreto’, comentou sobre o cenário político do Brasil. Ao ser questionado sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, Wagner foi categórico: chamou-o de ‘Trump brasileiro’, comentário que arrancou aplausos da plateia: ‘O nosso Trump está na prisão’.

Wagner explicou que o novo longa, dirigido por Kleber Mendonça Filho, é quase um filho direto do período turbulento que o país viveu. Segundo ele, o filme é um reflexo da perplexidade da dupla com o governo anterior. O ator relembrou ainda a censura velada que sofreu com Marighella (2019), que teve seu lançamento travado no Brasil por abordar a resistência à ditadura militar, período que, segundo Wagner, Bolsonaro sempre exaltou.

Jimmy Kimmel ficou fascinado com os Bonecos Gigantes de Olinda. O apresentador mostrou uma imagem do boneco de Wagner Moura no Carnaval e quis saber se era uma marionete. Wagner, rindo da situação, explicou a tradição pernambucana: ‘É muito grande, Jimmy, não dá para levar para casa!’. Kimmel, em tom de piada, confessou que se tivesse um boneco daquele tamanho, levaria para todos os eventos de família.

O papo também teve momentos de descontração. Vale lembrar que Wagner Moura está fazendo história: ele é o primeiro brasileiro indicado à categoria de Melhor Ator no Oscar. Além dele, O Agente Secreto concorre em outras três categorias, incluindo a de Melhor Filme. A cerimônia acontece no dia 15 de março.

Ele fez de tudo para impedir que o filme estreasse em 2019. Mas o cinema é mais forte’, pontuou o ator.

Wagner explicou que o novo longa, dirigido por Kleber Mendonça Filho, é quase um filho direto do período turbulento que o país viveu. Segundo ele, o filme é um reflexo da perplexidade da dupla com o governo anterior. O ator relembrou ainda a censura velada que sofreu com Marighella (2019), que teve seu lançamento travado no Brasil por abordar a resistência à ditadura militar, período que, segundo Wagner, Bolsonaro sempre exaltou.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou duramente a ONU durante discurso na FAO, afirmando que a organização perde credibilidade ao não conseguir mediar conflitos como os de Gaza e Ucrânia. ‘Compensa destruir Gaza, matar mulheres e crianças, para depois criar um conselho dizendo que vai reconstruir?’, questionou o mandatário brasileiro.

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