O aclamado ator brasileiro Wagner Moura, conhecido por seu papel em ‘Narcos’, concedeu uma entrevista falando sobre sua vida em Los Angeles, sua participação em ‘El agente secreto’ e seu ativismo contra Bolsonaro. Moura, candidato ao Oscar, destaca a importância de resistir e preservar a memória dos oprimidos. O novo filme aborda a crueldade da ditadura brasileira e é um reflexo da realidade política atual.
Moura e Kleber Mendonça Filho, diretor do filme, se uniram em protesto contra o governo Bolsonaro. O ator destaca a resistência do homem comum como peça fundamental na luta contra a opressão. Ele enfatiza a importância de manter-se fiel aos valores e resistir à maldade, mesmo em situações cotidianas.
O artista também comenta sobre os paralelos entre a situação política do Brasil e dos EUA, destacando a importância da memória histórica. Ele expressa preocupação com a atual tensão social nos EUA e a demonização de artistas e dissidentes. Moura reflete sobre a influência das redes sociais na disseminação de desinformação e na polarização da sociedade.
O ator destaca a solidariedade como chave para enfrentar momentos sombrios e autoritários. Ele fala sobre a batalha constante contra a melancolia em sua vida e o desafio de escolher papéis marcados pela dor. Moura comenta sobre sua carreira internacional e a importância de seguir seus valores, mesmo diante de desafios.
Ao final, Wagner Moura revela seus próximos projetos e aborda a complexidade de seus personagens marcados pela melancolia. O ator encerra a entrevista com reflexões sobre sua trajetória profissional e pessoal, reiterando a importância da autenticidade e da resistência em tempos turbulentos.




