Wagner Moura fala sobre ‘O Agente Secreto’, Bolsonaro e Hollywood em entrevista ao NYT

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Wagner Moura concedeu uma longa entrevista ao jornal norte-americano The New York Times, onde falou sobre o filme ‘O Agente Secreto’, suas expectativas para o Globo de Ouro, a temporada de premiações, suas visões sobre o cinema e a política brasileira. O ator pontuou a importância de interpretar papéis que refletem a diversidade, ressaltando o desejo de interpretar personagens mais próximos de sua realidade. Ele também destacou a influência de seu pai, um ex-sargento da Aeronáutica, em sua postura firme e autêntica. Wagner Moura não poupou críticas a figuras políticas como Trump e Bolsonaro, apontando semelhanças na conduta de ambos após derrotas eleitorais, mas ressaltando diferenças na atuação das instituições de cada país diante dessas situações. O ator destacou a força das instituições brasileiras ao lidar com questões políticas delicadas. Sobre a atual situação do Brasil, Moura criticou o grupo político de Bolsonaro e comparou suas práticas com o antigo manual do fascismo, ressaltando os ataques a artistas, imprensa e universidades. Ele expressou confiança de que figuras como Caetano Veloso terão um legado duradouro, enquanto políticos como Bolsonaro serão vistos como uma fase passageira. Wagner Moura ressaltou a importância do filme ‘O Agente Secreto’ como um reflexo dos tempos sombrios vividos durante a ditadura militar no Brasil, e celebrou o sucesso do longa que ajudou a resgatar memórias importantes da história brasileira.

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