WhatsApp anuncia atualização que vai restringir entrada de pessoas em grupos

WhatsApp anuncia atualização que vai restringir entrada de pessoas em grupos

Nesta terça-feira, 21, o WhatsApp anunciou uma nova atualização que vai restringir a entrada de pessoas na aba de Comunidades. Ao longo das próximas semanas, os administradores dessa função no aplicativo terão mais poder na hora de adicionar e aceitar contatos nesses grupos.

Mudanças nas comunidades do WhatsApp

A função de comunidades no WhatsApp permite a organização de vários grupos em estruturas maiores. Desta forma, é possível enviar mensagens para até 5 mil pessoas, simultaneamente. No Brasil, esse recurso chegou apenas no início deste ano, pois sofreu adiamento devido ao receio de que seria utilizado para disseminar informações falsas nas eleições.

Agora, ao longo das próximas semanas, de maneira gradativa, os administradores dessas comunidades poderão restringir a entrada das pessoas. Com isso, sempre que alguém tentar entrar nesse aglomerado de grupos, aparecerá a mensagem de “participações pendentes”. Assim, os administradores terão o poder de autorizar a entrada dos contatos, ou então vetá-las.

Porém, será possível alterar essa configuração nas funções do WhatsApp. Se os administradores de uma comunidade desejarem que a mesma seja pública, será possível colocar essa escolha. Ainda, o link para compartilhamento das comunidades permanecerá ativo, se os administradores assim desejarem.

Por fim, a atualização do WhatsApp permitirá que os contatos chequem quais grupos os usuários têm em comum com alguém específico.

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Ponte TO-MA: Agência irá avaliar qualidade da água de rio após queda de ponte

A Agência Nacional de Águas (ANA) anunciou nesta terça-feira, 24, que está avaliando a qualidade da água no Rio Tocantins, na área onde desabou a ponte Juscelino Kubitschek, entre os municípios de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA). Essa medida se justifica devido à informação de que alguns dos caminhões que caíram no rio após a queda da ponte carregavam pesticidas e outros compostos químicos.

O foco das análises está no abastecimento de água a jusante (rio abaixo) a partir do local do acidente. A ANA, em conjunto com a Secretaria de Meio Ambiente do Maranhão, vai determinar os parâmetros básicos de qualidade da água e coletar amostras para as análises ambulatoriais. O objetivo é detectar os principais princípios ativos dos pesticidas potencialmente lançados na coluna d’água do rio Tocantins.

As notas fiscais dos caminhões envolvidos no desabamento apontam quantidades consideráveis de defensivos agrícolas e ácido sulfúrico na carga dos veículos acidentados. No entanto, ainda não há informações sobre o rompimento efetivo das embalagens, que, em função do acondicionamento da carga, podem ter permanecido intactas.

Devido à natureza tóxica das cargas, no domingo e segunda-feira, 23, não foi possível recorrer ao trabalho dos mergulhadores para as buscas submersas no rio. O Corpo de Bombeiros do Maranhão confirmou nesta terça-feira, 24, a morte de quatro pessoas (três mulheres e um homem) e o desaparecimento, até o momento, de 13 pessoas.

Sala de crise

Na quinta-feira, 26, está prevista a reunião da sala de crise para acompanhamento dos impactos sobre os usos múltiplos da água decorrentes do desabamento da ponte sobre o rio Tocantins. Além da própria ANA, outros órgãos participam da sala de crise, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama), o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e o Ministério da Saúde.

O Dnit está com técnicos no local avaliando a situação para descobrir as possíveis causas do acidente. Segundo o órgão, o desabamento foi resultado porque o vão central da ponte cedeu.

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