Brasil recebe nova remessa com mais 1 milhão de doses contra Covid

Média móvel Covid-19

O Ministério da Saúde divulgou, nesta quarta-feira (29), que o Brasil recebe uma nova remessa de vacinas da Pfizer contra a Covid-19: 1,1 milhão de doses desembarcam no país pelo Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP). Essa é a terceira de seis entregas da farmacêutica previstas para esta semana.

Das 290 milhões de doses distribuídas aos estados desde o inicio da campanha, 84,2 milhões são da Pfizer. “Antes de serem distribuídos aos estados, os imunizantes passam por um processo de checagem de qualidade antes de serem ofertados à população”, acrescenta o Ministério da Saúde.

Vacinação no Brasil

Desde o começo da campanha, em janeiro de 2021, o Brasil aplicou mais de 234 milhões de doses. Mais de 145 milhões de pessoas tomaram a primeira dose – o que representa 92% da parcela da população vacinável (158 milhões) maior de 18 anos. Mais de 88 milhões de pessoas completaram o esquema vacinal.

De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil é o quarto país do mundo que mais vacina contra a Covid-19.

Informações: Ministério da Saúde 

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Anvisa atualiza regras sobre implantes hormonais

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta sexta-feira (22) no Diário Oficial da Uniãoresolução que atualiza as regras sobre o uso de implantes hormonais, popularmente conhecidos como chips da beleza. O dispositivo, segundo definição da própria agência, mistura diversos hormônios – inclusive substâncias que não possuem avaliação de segurança para esse formato de uso.

A nova resolução mantém a proibição de manipulação, comercialização e uso de implantes hormonais com esteroides anabolizantes ou hormônios androgênicos para fins estéticos, ganho de massa muscular ou melhora no desempenho esportivo. O texto também proíbe a propaganda de todos os implantes hormonais manipulados ao público em geral.

“Uma novidade significativa dessa norma é a corresponsabilidade atribuída às farmácias de manipulação, que agora podem ser responsabilizadas em casos de má prescrição ou uso inadequado indicado por profissionais de saúde. Essa medida amplia a fiscalização e promove maior segurança para os pacientes, exigindo mais responsabilidade de todos os envolvidos no processo”, disse em nota Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbenm).

“É importante destacar que essa nova resolução não significa aprovação do uso de implantes hormonais nem garante sua segurança. Ao contrário, reforça a necessidade de cautela e soma-se à resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM), que já proibia a prescrição de implantes sem comprovação científica de eficácia e segurança”, destacou a nota.

Entenda

Em outubro, outra resolução da Anvisa havia suspendido, de forma generalizada, a manipulação, a comercialização, a propaganda e o uso de implantes hormonais. À época, a agência classificou a medida como preventiva e detalhou que a decisão foi motivada por denúncias de entidades médicas como a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) que apontavam aumento no atendimento de pacientes com problemas.

Na avaliação da Sbem, a nova resolução atende à necessidade de ajustes regulatórios em relação a publicação anterior. A entidade também avalia a decisão de proibir a propaganda desse tipo de dispositivo como importante “para combater a desinformação e proliferação de pseudoespecialistas, sem o conhecimento médico adequado, comuns nas redes sociais”.

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