PEC do 6×1 proposta pela deputada Erika Hilton aguarda despacho do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB)

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Proposta agora precisará de despacho do presidente da Casa, Hugo Motta
(Republicanos-PB)

A deputada federal Erika Hilton (PSOL) protocolou, nesta terça-feira (25), a PEC
que propõe o fim da escala 6×1, que reduz a jornada máxima de trabalho para 36
horas semanais, em 4 dias por semana.

A PEC já conta com assinaturas de 234 deputados. Para que o texto seja
protocolado, eram necessárias 171 assinaturas.

A proposta agora precisará de um despacho do presidente da Casa, Hugo Motta
(Republicanos-PB) e, posteriormente, deve ser analisada pela Comissão de
Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara.

Este projeto tem o intuito de modificar as regras trabalhistas vigentes no país, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores. A proposta visa a redução da jornada de trabalho semanal, permitindo que os profissionais tenham mais tempo para descanso e lazer, o que pode contribuir para a saúde física e mental de todos os envolvidos.

Além disso, a PEC do 6×1 pode impactar positivamente na produtividade das empresas, uma vez que funcionários mais descansados tendem a render mais e com melhor qualidade. Com uma jornada de trabalho reduzida, os trabalhadores podem se dedicar melhor às suas tarefas, resultando em benefícios tanto para os colaboradores quanto para as organizações.

É importante ressaltar que a introdução da escala 6×1 traria impactos significativos na economia do país. Com mais tempo livre, os trabalhadores terão a oportunidade de investir em capacitação profissional, educação ou até mesmo em atividades que possam gerar renda extra, o que pode contribuir para o desenvolvimento econômico e social de diversas regiões.

Diante disso, a PEC do 6×1 surge como uma medida que visa equilibrar as relações de trabalho, garantindo direitos fundamentais aos empregados e promovendo um ambiente laboral mais saudável e produtivo. Com o apoio de mais de 200 parlamentares, a proposta agora aguarda os trâmites necessários no Congresso Nacional para sua avaliação e possível implementação.

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