Polícia apreende 150 quilos de salsicha e queijo vendidos por empresa clandestina de Aparecida de Goiânia

A Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Consumidor (Decon) efetuou, na manhã desta terça-feira, 2, uma ação em conjunto com a Vigilância Sanitária Municipal de Aparecida de Goiânia e o órgão de inspeção sanitária de Senador Canedo. A ação foi realizada com o objetivo de apreender produtos, como salsicha e queijos, de uma empresa clandestina sediada em Aparecida de Goiânia.

As investigações apontam que a empresa, que está localizada em uma residência de Aparecida de Goiânia e não tem alvará de funcionamento, usa o selo de inspeção federal e o selo de inspeção estadual de outras empresas. Um dos selos usados indevidamente, inclusive, é de uma empresa do Rio Grande do Sul.

Além da busca na sede da empresa, que resultou na apreensão de 150 quilos de produtos comercializados indevidamente, também foram realizadas apreensões dos produtos em oito estabelecimentos de Senador Canedo, que revendiam as mercadorias.

A empresa foi interditada pela Vigilância Sanitária de Aparecida de Goiânia. Os responsáveis pelo comércio devem responder a inquérito policial por crime contra as relações de consumo. As investigações continuam em andamento para encontrar e apreender os produtos vendidos pela empresa em supermercados de Aparecida e de Senador Canedo. Os produtos apreendidos nesta terça-feira serão encaminhados para perícia.

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Jovem é baleada por PRF na BR-040, no RJ, na véspera de Natal

Na véspera de Natal, Juliana Leite Rangel, uma jovem de 26 anos, foi baleada na cabeça durante uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR-040, em Caxias, na Baixada Fluminense. O incidente ocorreu quando ela se dirigia à casa de parentes em Itaipu, Niterói.

Segundo relatos de seu pai, que também estava no veículo, ele sinalizou para encostar, mas os agentes da PRF iniciaram os disparos e balearam Juliana na nuca.

“Falei para a minha filha: ‘Abaixa, abaixa’. Eu abaixei, meu filho deitou no fundo do carro, mas infelizmente o tiro pegou na minha filha. Eles já desceram do carro perguntando: ‘Porque você atirou no meu carro?’. Só que nem arma eu tenho, como é que eu atirei em você?”, disse Alexandre.

A vítima foi levada imediatamente ao Hospital Adão Pereira Nunes, sendo submetida a uma cirurgia. Segundo a Prefeitura de Duque de Caxias, seu estado de saúde é considerado gravíssimo. Além dela, o pai também foi baleado na mão esquerda, mas não teve fraturas e recebeu alta na mesma noite do crime.

Deyse Rangel, mãe da vítima, também estava no carro no momento do incidente junto com o outro filho. “A gente viu a polícia e até falou assim: ‘Vamos dar passagem para a polícia. A gente deu e eles não passaram. Pelo contrário, começaram a mandar tiro em cima da gente. Foi muito tiro, foi muito tiro”, afirmou Deyse.

A PRF não se pronunciou sobre o caso.

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