Roupas e objetos de Amy Winehouse vão a leilão

Objetos pessoais de Amy Winehouse vai a leilão

Roupas e objetos de Amy Winehouse vão a leilão

Peças pessoais como roupas e objetos de Amy Winehouse vão a leilão por 2 milhões de dólares. O vestido que a cantora usou em seu último show, em Belgrado, em 2011,  bem como livros, discos e bolsas que pertenceram à Amy, falecida há dez anos, estarão a venda na Califórnia em novembro.

A casa de leilões Julien’s começou a exibir segunda-feira, 11, em Nova York, mais de 800 artigos pessoais  como vestidos, corpetes, calças, shorts, sapatos, roupas íntimas, óculos, instrumentos musicais, livros e discos – estimados em “1 a 2 milhões de dólares”, antes do leilão, que acontecerá em Beverly Hills de 6 a 7 de novembro.

“É difícil organizar um leilão com os pais de uma filha falecida”, disse Martin Nolan, diretor da Julien’s ao apresentar à AFP a coleção de pertences da artista, que morreu no dia 23 de julho em Londres, ao 27 anos, após um consumo excessivo de álcool.

“A questão foi muito delicada e demorou para eles concordarem em doar (os objetos). Só depois de perceberem que fãs, museus e colecionadores de todo o mundo gostariam de possuir esses itens”, explicou Nolan.

Os pais de Amy Winehouse, Mitch e Janis, pretendem preservar “a herança e a memória” de sua filha e arrecadar recursos para sua fundação que ajuda jovens dependentes de drogas e álcool.

Receba as notícias do Diário do Estado no Telegram do Diário do Estado e no canal do Diário do Estado no WhatsApp

Ex-ator da Globo volta a ser internado e pede ajuda em campanha

O ator Claudio Cinti revelou que foi internado novamente e pediu ajuda para arrecadar dinheiro, porque ainda não consegue voltar a trabalhar. Claudio revelou nesta terça-feira (19/11) que precisou voltar para o hospital após uma internação de 14 dias, devido a um quadro de infecção urinária. Recentemente, ele contou sobre uma internação para tratar pneumonia, rim parado e septicemia, tendo passado por hemodiálise e cirurgia. Devido aos procedimentos, ele, que também é taxista, não pode trabalhar, e amigos propuseram uma campanha de ajuda. Com a nova internação, Claudio compartilhou detalhes da campanha e agradeceu a quem tem ajudado.

Receba as notícias do Diário do Estado no Telegram do Diário do Estado e no canal do Diário do Estado no WhatsApp

Isso vai fechar em 0 segundos