Enquanto os governadores Ratinho Júnior (PR), Ronaldo Caiado (GO) e Eduardo Leite (RS), membros do PSD, lançavam as bases de uma direita democrática sem Bolsonaro, Tarcísio de Freitas optou por não participar da iniciativa. Os três governadores estavam abertos a seguir a liderança de Tarcísio, mas ele se afastou do centro, crucial em eleições majoritárias, ao se submeter a Bolsonaro e se isolar na extrema-direita. Visitando Bolsonaro sob a vigilância de Carlos, Tarcísio perdeu a oportunidade de ser um mediador com o centro político e as instituições, jogando fora uma posição estratégica.




