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União cogita subsídio aos combustíveis como alternativa à calamidade

Questão da alta dos preços do produto é a maior pedra do sapato da equipe de governo do presidente Bolsonaro

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Faltando quatro meses para o 1º turno das eleições o presidente Bolsonaro resolveu voltar os seus olhos, e também da sua equipe de governo, para as constantes altas dos combustíveis.

O problema, que atinge diretamente o dia-a-dia do brasileiro, agora começou a incomodar aqueles que estão à frente da campanha de reeleição do presidente. As constantes e possíveis novas altas dos combustíveis, é, sem dúvidas, a pedra no sapato do grupo.

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Depois de admitir a possibilidade de decretar estado de calamidade, estratégia defendida por uma ala bolsonarista, que precisa de aprovação do Congresso Nacional, o governo agora avalia uma PEC para subsidiar combustíveis.

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A referência é a mesma que foi utilizada para permitir o gasto fora do teto de R$ 44 bilhões para prorrogar o auxílio emergencial ainda em 2021. A preferência do presidente é encontrar uma saída que não trave novos gastos do governo em outros setores, como a concessão de reajuste salarial à servidores, que é o caso do decreto de calamidade.

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