Jogos de Tóquio escancaram dificuldades vividas por atletas brasileiros

Em entrevista exclusiva ao Diário do Estado, o empresário Ricardo Di Leo respondeu algumas perguntas sobre as dificuldades do atletismo no Brasil.

A Olimpíada e os Jogos Paralímpicos de Tóquio, que começam nesta terça-feira (24), trouxeram sazonalmente ao centro do debate um problema permanente no país: as dificuldades que enfrentam aqueles que desejam ser atletas profissionais no Brasil.
Elas são narradas cotidianamente por esportistas de destaque: falta de patrocínio individual e de estrutura para treinar (até mesmo para os premiados), incerteza sobre a manutenção dos recursos e o efeito dessas preocupações sobre seus desempenhos são algumas delas.
Em entrevista ao Diário do Estado, o empresário Ricardo Di Leo, um dos fundadores do Vitrini (rede social voltada exclusivamente a impulsionar o esporte no país), respondeu algumas perguntas sobre essas dificuldades encontradas pelos atletas brasileiros.
O Vitrini busca unir atletas, treinadores e investidores para tornar o esporte no Brasil mais justo e acessível. Gratuita, a plataforma dará oportunidade e visibilidade a novos talentos, onde quer que eles estejam. Disponível para dispositivos Android e iOS.
Confira a entrevista completa:
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