Home»Vídeos»Lady Gaga diz ter se sentido vulnerável com caracterização

Cantora protagoniza filme ao lado de Bradley Cooper, também diretor do longa 'Nasce uma estrela'

0
Shares
Pinterest Google+ Whatsapp

“Ally é muito diferente de mim, ela desistiu dela mesma, ela não acreditava em quem ela era e não achava que conseguiria. Ela não se achava bonita”

Quem está acostumado a ver Lady Gaga em roupas brilhantes, com muita maquiagem e perucas de todos os tipos terá certa dificuldade de reconhecê-la em Nasce Uma Estrela, filme que protagoniza ao lado de Bradley Cooper, também diretor do longa. Em entrevista ao site Cinemablend, ela contou como foi o processo para viver a personagem, uma jovem e insegura cantora no início de sua carreira. “Transformar-me em Ally foi muito diferente de quem eu era quando comecei minha carreira. Eu só acreditava em mim e sabia que faria tudo acontecer […] Mas Ally desistiu completamente dela mesma”, disse ela, comparando com sua trajetória artística.

Gaga conta que, quando chegou em Nova York, nos EUA, cantava pelos bares da cidade na intenção de espalhar sua música, sua essência e sua história -ela acrescenta que sempre acreditou em seu potencial e que estaria tentando até hoje mesmo se não tivesse feito sucesso. Para viver a personagem, a cantora também precisou abrir mão da maquiagem, das lentes de contato e das perucas comumente usadas por ela em seus clipes e shows.

“Tirar minha maquiagem, manter meu cabelo na cor natural e viver assim por alguns meses antes de filmarmos, forneceu uma vulnerabilidade com a qual eu não estava acostumada”, disse. “Ally é muito diferente de mim, ela desistiu dela mesma, ela não acreditava em quem ela era e não achava que conseguiria. Ela não se achava bonita.” No longa, Jackson Maine, um cantor já bem sucedido interpretado por Bradley Cooper, a encontra em um show de Drag Queens e fica encantado por ela. “Ela começa a se levantar porque ele acredita nela e a ama, e isso a inspira a ser ela mesma”, afirmou Gaga. Sobre interpretar Ally, a cantora acrescenta que foi um desafio possível porque contou com a experiência de Cooper em cena. “E eu fui muito sortuda por ter tido um tremendo diretor que me dizia: ‘Tudo o que precisa fazer é confiar em mim’, e eu realmente só precisava fazer aquilo”, completou, elogiando sua direção.

Newsletter do Jornal Diário do Estado – Assine já!

Comente á vontade!