Ministério Público do Paraguai desiste de denúncia e Ronaldinho poderá voltar ao Brasil

Após cinco meses preso, o jogador recebeu liberdade condicional

O Ministério Público do Paraguai decidiu não levar adiante as investigações do “Caso Ronaldinho”, que manteve o jogador e seu irmão, Roberto de Assis, presos em Assunção desde o dia 6 de março.

O prazo máximo de prisão preventiva no Paraguai é de seis meses, que terminará em setembro para Ronaldinho Gaúcho, podendo voltar ao Brasil em liberdade condicional.

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No documento que detalham os motivos de terem tomado essa decisão, os promotores do caso dizem que Roberto de Assis sabia que os passaportes usados por ele e o irmão eram falsos. A defesa de Ronaldinho alega que nenhum dos dois tinham conhecimento de estarem portanto documentação fraudada.

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Mas até a promotoria acredita que Ronaldinho Gaúcho não tinha conhecimento da atividade ilícita. Ele recebeu liberdade condicional de 1 ano, pagará 90 mil em dólares por multa, terá de declarar residência fixa no Brasil e comparecer a cada três meses diante de uma autoridade jurídica brasileira.

Para o irmão Roberto, a pena é mais dura: 2 anos de condicional, multa de 110 mil dólares, residência fixa no Brasil e o mesmo comparecimento jurídico a cada três meses. O caso, que movimentou as páginas esportivas, está próximo de ter um fim.

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